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sexta-feira, 16 de abril de 2010

De corpo e alma

Prendeste-me.
Sufocaste-me.
Invadiste a minha alma
E consegues percorrer o meu corpo sem o tocar.
Sinto-te no meu sangue e em cada pulsação.

Tentei fugir; tentei correr; tentei ignorar;
Mas é impossível parar!
Porque em cada silêncio e em cada palavra
Eu digo-te mais do que possas imaginar...

Morde-me com os teus beijos
Deixa-me provar esse sabor tóxico
Que me faz enlouquecer!

Finge que eu não existo,
Fica longe de mim!
Mas que ao menos te consiga ver...

Ama-me ou odeia-me
Mas não sintas pela metade!

Erika

6 comentários:

Cogu Cogumelo disse...

Que profundidade. posso dizer que senti que esse poema é como um espelho.
Excelente blog. Já estou seguindo.
E eu também gosto muito de ler e escrever. Já estou praticando.

Abraços.

http://tocadocogumelo.blogspot.com/

aquelacoisaminha disse...

Ou é meu por inteiro ou não é nao é mesmo.?
a duvida é preço da pureza ... e nesses casos é totalmente inutil ter certeza,
Cheeeiro.

Rainbow disse...

Muito bom, adorei! ^^

Yin disse...

* Cogu Cogumelo: ainda bem que te reviste no poema :)

* aquelacoisaminha: a dúvida torna tudo ainda mais apetecível!

* Rainbow: obrigada!

Erika

Sabor Adocicado* disse...

fantástico!

"nao sintas pela metade"


se nas relaçoes ambas as partes sentissem por inteiro... o amor seria certamente mais facil, mais certo

Yin disse...

* Sabor Adocicado: o amor nunca é fácil, há sempre novos desafios todos os dias :)

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